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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

George Martin: Escritor ou Assassino em série?

Muitos escritores são geralmente rotulados como malvados e assassinos por seus leitores, mas acho que nenhum escritor se compara com George Martin no quesito Perversidade.

O autor é quase como um Serial Killer. E age sem dó nem piedade [rs]. Só os seus leitores mais fiéis podem afirmar o quanto é sofrido perder a companhia de personagens insubstituíveis durante a trama de seus livros.

As mortes além de tudo, ainda são traumatizantes, e muito frequentes, marcadas por crueldade e frieza, despertando os mais diversos sentimentos no leitor: tristeza, rancor, compaixão, solidão, e um pouco de ódio, é claro, direcionado tanto ao assassino personagem, quanto ao assassino escritor.

Eu sou uma de suas leitoras que inclusive fico enlutada quando meus personagens preferidos morrem. Acho que a melhor dica para quem ainda não leu George Martin e pretende ler, é não se apegar aos personagens, apesar de que.... você só não sentirá a morte dos mesmos se não tiver sentimentos, o que é pouco provável.

Sua fama de malvado é tanta, que ele já virou um meme divertido nas redes sociais.
 
Fonte: Amigos do Fórum
Fonte: Editora Leya
Embora os assassinatos cometidos por George Martin sejam de uma crueldade intensa, é difícil ficar muito tempo com raiva do autor, pois simultaneamente às mortes, ocorrem coisas que agradam aos olhos e tranquilizam os sentimentos do leitor, fazendo com  que qualquer mágoa seja esquecida, e o amor incondicional pelo Tio Martin volte rapidinho [rsrsrs].

Mas e aí: pronto pra enfrentar tantas mortes?? [rsrsrs]

Mortes marcadas nos livros de George Martin -Fonte: Uma Biblioteca em Construção
Uma coisa é fato: George Martin é o assassino em série mais amado do mundo!!

Beijoos.

#A.Keyes


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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Cadê os autores negros?

(DeviantArt)
Se eu lhe pedisse para citar o nome de cinco autores que vierem na sua cabeça agora, quais você citaria? John Green, Fiódor Dostoiévski,  Jorge Amado, Suzanne Collins e George Orwell, talvez? Não importa. Pense nos seus cinco autores. Agora reflita um instante, quantos deles são negros? Não acredito que sejam mais de dois...

Na minha lista por exemplo, que continha os mais diversos tipos de autores, não havia um único. Reparou nisso? Sim?? Que bom, agora você deve estar achando esse fato curioso. Eu não vou te dizer porque isso acontece. Eu não sei o motivo. Mas, posso dizer que provavelmente é por falta de escritores negros.

É possível montar, com alguma dificuldade, uma lista de cinco escritores negros. Alice Walker, Cruz e Souza, Constance Briscoe, Toni Morrison e Machado de Assis. Mas, se aumentarmos nossa lista para dez escritores, passamos a ter um desafio. E para cumpri-lo vamos ter que pesquisar um bocado

Perceberam como eles são raros? Na literatura brasileira mais ainda. Conseguimos citar de imediato dois ou três, para chegar a cinco vamos ter que procurar nos velhos livros de literatura brasileira. Cadê os autores negros? Por que é tão difícil algum negro se tornar um bom escritor? Porque conhecemos tão poucas obras de autores negros? Por que? Por que? Por que? Por que? Por que?

#Flora



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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Famosos escritores

(DeviantArt)
Eles são famosos, talentosos e ficaram conhecidos nas telonas ou na internet cantando, dançando, atuando ou apresentando. Por fim, resolveram tentar a sorte no mundo literário. Diversos deles escreveram um ou mais livros, e, adivinhem só, também conseguiram certo destaque escrevendo (como se não bastasse só fazer sucesso atuando/cantando/apresentando ou dançando). Eles, inclusive, ganharam alguns prêmios!! Quer conhecer alguns deles? É só continuar lendo...


Madonna (cantora): Sua principal obra é uma coleção intitulada As rosas inglesas. A série conta as aventuras de cinco garotas que moram em Londres. No primeiro livro, as amigas Nicole, Amy, Charlotte e Grace tratavam muito mal a menina Binah. Uma garota muito pobre e sozinha. Depois de voarem, com a ajuda de uma fada madrinha, para casa de Binah é que elas descobrem o quanto era triste a sua vida. Assim, a menina outrora rejeitada passa a mais nova integrante do grupo de amigas. 


Jô Soares (apresentador): Assim como outros famosos, escreveu inúmeros sucessos. O mais conhecido porém, é o Xangô de Baker Street. O livro fez tanto sucesso que virou filme. O famoso Sherlock Holmes vem ao Brasil, para resolver um pequeno mistério. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.


  
Maitê Proença (atriz/apresentadora): Meio ficção, meio autobiografia o livro Uma vida inventada, da atriz/ apresentadora Maitê Proença fez muito sucesso. No livro, o leitor encontrará casos surpreendentes, entremeados pela história de uma menina que quis desbravar o mundo e, descobrindo-o, descobriu a si mesma.


Hilary Duff (atriz/cantora): Escreveu o livro adolescente Elixir. A obra conta a história de Clea Raymond, filha de um renomado cirurgião e uma importante política. Ela se tornou uma talentosa fotojornalista, refugiando-se em um mundo que a permite viajar para diversos lugares exóticos. No entanto, após seu pai ter desaparecido em uma missão humanitária, Clea começa a perceber imagens sinistras e obscuras em suas fotos revelando um belo jovem — um homem que ela nunca viu antes. Conforme se aproxima do estranho e se envolve no mistério do desaparecimento do pai, ela descobre a verdade secular por trás dessa intensa ligação


Chico Buarque (cantor): Com seu quarto livro, intitulado Leite Derramado,o cantor Chico Buarque conquistou o Prêmio Jabuti e conquistou . O livro conta a história de um homem muito velho que está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. A fala desarticulada do ancião cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor. O discurso da personagem parece espontâneo, mas o leitor pode ler nas entrelinhas as associações livres, as falsidades e os não ditos

E ai? Já leram algum desses livros?

#Flora

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